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Glaucoma: a doença silenciosa que pode provocar cegueira permanente

O Glaucoma é uma lesão no nervo ótico – que é o responsável por levar as informações captadas pelos olhos ao cérebro – provocada pelo aumento da pressão intraocular. Como não apresenta nenhum sintoma, o Glaucoma só pode ser descoberto por meio de exames clínicos.

 

Segundo a Organização Mundial de Saúde, mais de um milhão de brasileiros são glaucomatosos, doença que não tem cura: a visão que foi perdida com o avanço da doença jamais será recuperada. Para alertar a população sobre o diagnóstico precoce, o dia 26 de maio foi escolhido como o Dia Nacional de Combate ao Glaucoma.

 

Normalmente, a genética é o principal fator para desenvolver o Glaucoma. Indivíduos negros e pessoas que possuem histórico familiar da doença têm maiores chances de desenvolver Glaucoma ao longo dos anos. Outros indivíduos que podem se tornar glaucomatosos são os diabéticos, os míopes e quem possui pressão ocular alta. Desse modo, para evitar o agravamento progressivo da patologia, quem pertence a esses grupos de risco necessita, pelo menos uma vez ao ano, fazer consultas e exames com um médico oftalmologista.

 

Durante uma consulta de rotina, o oftalmologista segue a precaução de medir a pressão ocular. Ao perceber qualquer sinal de alteração, exames específicos são solicitados. Ao diagnosticar a doença, a única forma de conter sua progressão e evitar a cegueira é manter o tratamento adequado por toda a vida. O tratamento se dá por meio do uso contínuo de colírios, laser ou cirurgia. No entanto, apenas o especialista pode decidir o método adequado para cada caso.